A surpreendente peça fundamental para inovar na era digital

E se fosse possível que todos os nossos colaboradores e parceiros trabalhassem e inovassem juntos, como uma enorme equipe global, rumo à transformação na era digital? E ainda fazer isso de forma transparente, seja com relação a funções, áreas e cargos? O cenário é visto no recente relatório de Arthur D. Little, sobre como as tecnologias digitais vão transformar a forma como as empresas inovam. A pesquisa indica que um dos pilares mais fundamentais para a transformação na era digital pode estar, talvez inesperadamente, na inteligência coletiva das pessoas.

Segundo o estudo “Innovating in the digital age – a cross-industry exploration” (ou Inovando na era digital – uma exploração entre indústrias, em tradução livre) 93% das empresas concordam que a inovação digital transformará a organização e a forma como as inovações são feitas. Quase todos os participantes esperam digitalizar totalmente seu mecanismo de inovação, ou até mesmo toda a empresa, mas 89% acham que as estratégias atuais são insuficientes e que a inovação digital bem-sucedida exigirá uma nova abordagem para o entendimento e gerenciamento das inovações.

 

Lembre-se do fator humano na Transformação Digital

Diante dessa realidade, foram identificados nove pontos principais, que podem melhorar a maneira como as empresas inovam. Eles incluem;

  • Big Data e análise avançada,
  • Aparelhos conectados,
  • Sistema cognitivo,
  • Sistemas de autoaprendizagem,
  • Realidade aumentada,
  • Modelagem e simulação virtual,
  • Manufatura aditiva,
  • Local de trabalho virtual,
  • E-Learning.

 

Além desses aspectos mais tecnológicos, a inteligência coletiva presente no crowd-sourcing se destaca como um dos pilares fundamentais e fontes de gestão da inovação na era digital. As interações de inovação devem, portanto, ser promovidas, permitindo que alguém trabalhe de forma transparente e eficaz com qualquer outra pessoa, em qualquer lugar.

A mensagem é clara: na era da transformação digital, as empresas não devem esquecer que um dos seus maiores recursos não é apenas tecnologia, mas também o lado humano de suas organizações. As empresas podem, e devem, tornar as pessoas inovadoras mais eficazes, através de um design inteligente do seu ambiente digital, para alavancar toda a sua experiência e conhecimento coletivo.

 

Como a era digital libera o potencial inexplorado dos seus recursos humanos

Ao unir tecnologia e conhecimento, a percepção da inteligência coletiva de indivíduos internos e externos traz um benefício distinto à maneira pela qual as empresas inovam. Além das vantagens de se basear na inteligência coletiva da força de trabalho de uma organização, que são muito bem documentadas, ampliar o alcance a pessoas externas, por meio da tecnologia, também já provou ser eficiente para as empresas.

Analisando além das paredes corporativas, as empresas podem aumentar a satisfação de seus clientes, melhorar a qualidade do produto e reduzir custos e riscos, além de trazer e conectar as partes interessadas, como fornecedores, universidades, laboratórios e empreendedores, durante todo o processo de desenvolvimento. Essa abordagem de inovação aberta, que é possibilitada por ferramentas e plataformas de gerenciamento de ideias especificamente projetadas para isso, permite que as organizações utilizem o conhecimento, insights e pontos de vista de importantes fatores externos, agregando valor adicional em seus programas de inovação.

Impulsionada pela contribuição de indivíduos internos e externos, a adoção de uma plataforma de negócios de ponta-a-ponta leva a um desenvolvimento mais rápido e eficiente de soluções inovadoras e à redução dos custos, por meio da melhoria da produção. Plataformas como o software de gerenciamento de inovação Exago podem ajudar a concentrar a inteligência coletiva de uma empresa nos principais desafios de negócios, alinhando com os propósitos da transformação digital – algo que os líderes de inovação estão apoiando cada vez mais para garantir o sucesso contínuo e sustentável.

Escrito por Cristina Bastos